O que fica feito.
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Silêncio dentro da sala de consulta
Numa consulta fala-se baixo e é preciso ouvir o doente. A unidade interior escolhe-se pelo nível sonoro e fica onde não sopra sobre a marquesa.
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A sala de espera conta cheia
É a divisão que enche de repente e a primeira que o doente julga. Dimensiona-se para o pico, não para a média do dia.
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Cada gabinete com o seu comando
Salas ocupadas a horas diferentes não têm de estar todas ligadas. Circuitos separados poupam consumo e evitam discussões.
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Obra fora do horário de consultas
Marca-se para as horas sem marcações, para não haver doentes a desmarcar por causa da obra.
Como trabalhamos.
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Fala-nos do espaço
Quantos gabinetes, que sala de espera tem e o horário de consultas. Sem compromisso.
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Visita técnica
Medimos, avaliamos o existente e desenhamos a solução certa.
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Proposta fechada
Equipamento, prazos e preço por escrito. Sem surpresas.
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Obra e acompanhamento
Instalamos, testamos e ficamos por perto com a manutenção.
«A primeira vez que houve o contacto, mostraram logo confiança.»
Vendemos, instalamos e mantemos as principais marcas.
Perguntas que nos fazem sempre.
Um consultório de consulta é, em climatização, um escritório com salas pequenas: o que muda é o ruído e a distribuição do ar, não o tipo de equipamento.
Não. Essas salas levam filtragem de alta eficiência, pressão controlada entre divisões e ensaios de validação, e isso é uma especialidade à parte. O que fazemos são gabinetes, salas de consulta, salas de espera e zonas administrativas.
Não deve, e é das primeiras coisas que se resolve. A unidade escolhe-se e orienta-se a olhar para onde está a marquesa, para o ar varrer a sala sem cair sobre quem está deitado.
Na visita técnica vê-se o que se faz fora do horário de consultas e o que obriga mesmo a parar uma sala. Fica combinado antes de começar, para não desmarcar doentes à última hora.
Também tratamos de:
Para ler antes:
Onde trabalhamos: