O que fica feito.
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A conta feita com as pessoas lá dentro
Vinte pessoas e vinte computadores aquecem uma sala tanto como o sol da tarde. A potência sai da ocupação e dos equipamentos, não só da área.
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Zonas com comandos separados
A sala de reuniões enche e esvazia, o open space não. Circuitos separados evitam ter tudo ligado por causa de uma sala.
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Ar que não sopra em cima de ninguém
Cassetes ou unidades de conduta no teto, orientadas para o ar chegar a toda a sala sem cair em cima de uma secretária.
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Obra fora do horário de trabalho
Marca-se para as horas em que o escritório está vazio, para não parar o trabalho de ninguém.
Como trabalhamos.
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Fala-nos do escritório
Área, quantos postos, salas de reuniões e horário. Sem compromisso.
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Visita técnica
Medimos, avaliamos o existente e desenhamos a solução certa.
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Proposta fechada
Equipamento, prazos e preço por escrito. Sem surpresas.
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Obra e acompanhamento
Instalamos, testamos e ficamos por perto com a manutenção.
«A primeira vez que houve o contacto, mostraram logo confiança.»
Vendemos, instalamos e mantemos as principais marcas.
Perguntas que nos fazem sempre.
Depende mais de quanta gente lá está do que dos metros quadrados. Um open space com muitos postos precisa de mais potência e, sobretudo, de ar bem distribuído, para não ficar um canto frio e outro quente.
Dá, se os circuitos forem separados. É uma decisão que se toma antes de instalar: com zonas independentes, a sala de reuniões não obriga o escritório inteiro a ligar.
Num escritório escolhe-se pelo nível sonoro e não só pela potência. A unidade interior fica afastada dos postos onde se fala e opta-se por equipamento que trabalha baixo.
Na visita técnica vê-se o que se pode fazer fora do horário e o que obriga mesmo a parar. Fica combinado antes de começar, para saber com o que contar.
Também tratamos de:
Para ler antes:
Onde trabalhamos: