O que fica feito.
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A conta feita pela ocupação
Trinta pessoas a treinar aquecem uma sala muito mais do que trinta pessoas sentadas. A potência sai daí e do pé-direito, não da área do chão.
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Ar novo, e não só ar frio
Numa sala cheia o problema é tanto o calor como o ar viciado. A renovação de ar trata do que o arrefecimento sozinho não resolve.
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Sem correntes em cima de quem treina
O ar distribui-se pelo teto, para varrer a sala toda sem cair diretamente em cima de quem está a suar.
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Manutenção ao ritmo do uso
Num ginásio os filtros sujam mais depressa e o equipamento trabalha mais horas. Os planos de manutenção contratada combinam-se a esse ritmo.
Como trabalhamos.
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Fala-nos do ginásio
Área, pé-direito, que salas tem e quanta gente em hora de ponta. Sem compromisso.
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Visita técnica
Medimos, avaliamos o existente e desenhamos a solução certa.
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Proposta fechada
Equipamento, prazos e preço por escrito. Sem surpresas.
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Obra e acompanhamento
Instalamos, testamos e ficamos por perto com a manutenção.
«A primeira vez que houve o contacto, mostraram logo confiança.»
Vendemos, instalamos e mantemos as principais marcas.
Perguntas que nos fazem sempre.
Arrefecer resolve o calor, mas não resolve o ar viciado. Numa sala com gente a treinar é preciso também renovar o ar, e as duas coisas decidem-se juntas.
Pela ocupação em hora de ponta e pelo pé-direito, mais do que pela área. Uma aula cheia liberta muito mais calor do que a mesma sala com meia dúzia de pessoas.
Pode, se a distribuição for mal pensada. O sítio e a orientação das unidades escolhem-se para o ar varrer a sala sem ir direito às pessoas.
Sujam. Há mais pó em suspensão e o equipamento trabalha mais horas, por isso a manutenção combina-se com intervalos mais curtos do que num escritório.
Também tratamos de:
Para ler antes:
Onde trabalhamos: